ApresentaçãoRobôs

A palavra “robô” tem a sua origem nas línguas eslavas. O seu significado é escravo ou trabalhador devoto. O termo apareceu pela primeira vez em 1920 numa peça de teatro de Karel Capek intitulada R.U.R (Rossum's Universal Robots). Embora seja esta a origem verdadeira, existe uma certa evolução entre o significado original da palavra e aquele que lhe atribuímos hoje em dia. Na peça de teatro, designava humanos orgânicos artificiais ao passo que hoje utilizamos a palavra para designar seres mecânicos. A palavra andróide pode ser utilizada da mesma forma. A palavra cyborg é que só pode ser utilizada para nos referirmos a um organismo cibernético ou homem biónico, ou seja, a um ser com partes orgânicas e outras artificiais.

O robô é um dispositivo mecatrónico, reunindo em si várias áreas e ciências: a mecânica, a electrónica e a informática. Regra geral, os robôs são desenvolvidos para realizar tarefas consideradas aborrecidas, cansativas, perigosas, exigentes ou impossíveis para o homem. Também são privilegiados porque têm um maior grau de precisão e são muito mais eficazes do que o ser humano em inúmeras situações. Os modelos mais desenvolvidos e com um maior desempenho são capazes de se movimentar e de se carregar sozinhos, como é o caso, por exemplo, do robô ASIMO construído pela Honda.

Os robôs começaram a aparecer no início dos anos 70, e isto, apesar do seu preço bastante elevado por causa dos microprocessadores muito caros naquela época. Foram introduzidos na indústria automóvel e efectuavam tarefas como a pintura da carroçaria dos carros em ambientes atmosféricos tóxicos. A robótica – ciência que se dedica aos robôs – tem progredido imenso e os robôs são hoje capazes de tratar de tarefas cada vez mais complexas, dependendo cada vez menos do homem e fazendo-o cada vez mais rapidamente.

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